Dustborn é uma viagem guiada por uma história que transforma suas escolhas de jogo em uma história em quadrinhos personalizada

PUBLICIDADE



PUBLICIDADE

Dustborn parece ser muitas coisas. É uma proeza de viagem por um Estados Unidos recíproco que envolve manter relacionamentos entre os membros de uma gangue rebelde que se faz passar por um grupo de rock e permanecer fora do radar de uma força policial opressiva chamada Justiça. É um jogo de ação rítmica, que exige que você toque nos botões de tratado com as instruções na tela para trovar junto com o rádio do coche ou completar apresentações com sua margem. Em alguns casos, é um beat ‘em up inspirado em Streets of Rage que permite levar um taco de beisebol a hordas de soldados robôs. No entanto, ao mesmo tempo, Dustborn também é uma história em quadrinhos que suas decisões estão ajudando a moldar na hora.

PUBLICIDADE

Em uma novidade reviravolta, ou talvez um gráfico Reviravolta no romance, a desenlace de cada capítulo ao longo da proeza de aproximadamente 15 horas de Dustborn gera páginas de uma história em quadrinhos que podem ser navegadas no ônibus de turismo que serve porquê QG traste de Dustborn, transportando você de uma seção da história para outra. Cada tela de quadrinhos reflete as decisões que você tomou durante as seções de diálogo e outras sequências de jogo, além de mostrar porquê suas decisões se comparam às de outros jogadores – não muito dissemelhante da tela de resumo no final de um incidente de uma proeza da Telltale Games. No entanto, quando você finalmente lançar os créditos finais nesta proeza intercontinental, Dustborn compilará sua história individual em uma história em quadrinhos personalizada de 35 páginas que você poderá compartilhar com seus amigos online ou até mesmo imprimir para vigilar.

“Essa sempre foi a visão deste jogo, ser uma história em quadrinhos viva”, diz Ragnar Tornquist, fundador e CEO da desenvolvedora Red Thread Games. “E acho que é uma ótima maneira de compartilhar sua experiência. Simples, se você ainda não jogou e leu [another player’s] história em quadrinhos, você vai estragar muita coisa, mas sua própria jornada provavelmente será dissemelhante em muitos aspectos da de outra pessoa.”

“A visão para nascente jogo [is] ser uma história em quadrinhos viva”,

Embora me tenham dito que existem vários finais para cada um dos personagens principais de Dustborn, a jornada de cada jogador começará pelo menos da mesma maneira. A demo de 30 minutos de Dustborn I foi mostrada no Tokyo Game Show e começou logo no início do jogo, com uma equipe de quatro heróis acelerando em uma rodovia para evadir de um assalto que deu falso na versão de Dustborn da Califórnia. , conhecida porquê Pacífica. O protagonista principal, Pax, parece estar cuidando de um ferimento de projéctil com sangue no banco do passageiro da frente, enquanto os outros três no coche não param de discutir sobre o que fazer a seguir.

PUBLICIDADE

É uma formato frenética e instantaneamente envolvente, e também apresenta uma oportunidade de mostrar o sistema de diálogo dinâmico de Dustborn. Embora a cena esteja confinada à cabine de um coche em subida velocidade, o jogador tem controle totalidade para mudar a perspectiva da câmera para obter diferentes ângulos dos personagens e identificar novas coisas para falar. Ou seja, se você conseguir falar, e de indumentária quando várias tentativas de mediação de Pax são ignoradas pelo resto do grupo, Pax é capaz de usar seu superpoder – um arsenal de palavras-chave especiais, neste caso a termo “Bloquear ”- para basicamente estontear seus companheiros e deixá-los em silêncio, porquê uma espécie de truque mental Jedi.

“Pax é o que chamamos de Anômalo”, explica Tornquist. “Isso significa que ela tem a habilidade de usar a linguagem para manipular as pessoas. Não é mágica, mas são palavras que são basicamente fortes o suficiente para afetar as pessoas física, mental e emocionalmente.”

Aparentemente, os Anomals são humanos superpoderosos que evoluíram durante um incidente ocorrido 30 anos antes dos eventos de Dustborn. “Houve basicamente um evento que chamamos de ‘apocalipse da desinformação’, onde todo o continente norte-americano foi afetado”, diz Tornquist. “Se imaginarmos que se as redes sociais se tornassem completamente selvagens e afetassem toda a gente na América – o que quero manifestar, sejamos honestos, já o fizeram – isso daria a algumas pessoas estes poderes para usar a linguagem, para usar a desinformação para nutrir essas capacidades.”

O superpoder fundamentado em palavras de Pax não é usado somente para persuadir os personagens durante as cenas de diálogo. Durante uma cena de combate que foi mostrada mais tarde na demo, Pax foi visto desferindo ataques combinados simples com um taco de beisebol farpado, além de arremessá-lo contra inimigos à intervalo e recuperá-lo com o toque de um botão, porquê o Leviatã de Kratos. Machado. Aliás, ela também foi capaz de acessar seu conjunto de palavras-chave para gritar com seus agressores, usando palavras porquê “Move” e “Push” para infligir danos físicos a vários alvos ao mesmo tempo. Parece que o vocabulário de poderes de palavras de Pax é compartilhado em sequências de diálogo e em combate, com o grito de ‘Bloqueio’ mencionado também capaz de ser usado em combate, presumivelmente porquê uma espécie de escudo.

Dustborn poderia muito muito servir porquê uma parábola instigante para o poder e a natureza venenosa das mídias sociais contemporâneas.

Embora não tenha sido mostrado para mim porquê segmento da demo, Tornquist sugeriu uma mecânica única no jogo pela qual você usa a desinformação para produzir novas habilidades de grito ao longo da jornada de aproximadamente 15 horas de Dustborn. “Queríamos realmente fazer um jogo que tratasse do poder da linguagem, da informação e, especificamente, da desinformação, e de porquê isso pode ser transformado em arma”, diz Tornquist. “Tanto pelo inimigo quanto por nós. E, evidente, toda a questão moral de usar a linguagem, mormente porque Pax também pode usar essas palavras com seus amigos. Se você tem esse poder, quão ético é usá-lo?”

Na verdade, Dustborn poderia muito muito servir porquê uma parábola instigante para o poder e a natureza venenosa das mídias sociais contemporâneas, mas com base na curta quantidade de jogo que vi, parece que também poderia ser um passeio extremamente jocoso. A certa profundidade, pude testemunhar Pax e seus colegas falsos membros da margem abrindo caminho em uma apresentação músico improvisada para convencer o controle de fronteira de sua autenticidade punk rock, e me disseram durante a jornada pelo país que existem inúmeros outros diversões para testar, com minijogos para praticar rebatidas, redigir músicas e até liquefazer marshmallows em uma fogueira.

“[Dustborn] tem muito a ver com somente aproveitar o tempo de inatividade, estar em uma viagem e estar com sua família”, explica Tornquist. “É uma experiência muito dissemelhante. Existem tantos jogos por aí que são iguais. Eles são bons, mas é tudo a mesma coisa. [Dustborn] é dissemelhante, e isso é o importante.”

Dustborn está programado para ser lançado no Xbox, PlayStation e PC no início de 2024.


Tristan Ogilvie é editor de vídeo sênior na IGN AU. Se a história de sua vida fosse transformada em uma história em quadrinhos, provavelmente seria uma transcrição amassada da revista MAD.

Pablo Oliveira
Pablo Oliveirahttp://pcextreme.com.br
Sou diretamente responsável pela manutenção, otimização, configuração e SEO de todos os sites de minha propriedade. Além disso, atuo como colunista, editor e programador.

Artigos relacionados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Artigos recentes