A SBF pediu ao consultor universal da FTX que criasse uma ‘justificativa legítimo’ para usar bilhões em fundos de clientes em meio ao colapso

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Can Sun, ex-conselheiro universal da FTX, tomou posição na quinta-feira para testemunhar em nome do caso da promotoria contra Sam Bankman-Fried. Sun tem um concórdia de não denunciação em troca de sua cooperação.

O graduado da faculdade de recta de Yale ingressou na FTX no final de agosto de 2021 e permaneceu até o início de novembro de 2022, logo posteriormente o colapso da exchange de criptomoedas. Antes de trabalhar internamente na bolsa, Sun trabalhou para a Fenwick & West, onde também aconselhou a FTX porquê consultor extrínseco.

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Uma vez internamente, o papel da Sun consistia em várias funções jurídicas, porquê obter licenças regulatórias para a bolsa e mourejar com a forma porquê a FTX tratava os ativos dos clientes – ou assim ele pensava, testemunhou. Bankman-Fried teria dito a ele que os depósitos dos clientes da FTX eram inequivocamente “salvaguardados, segregados e protegidos”.

Quando questionado pelos promotores se ele alguma vez aprovou o uso de ativos de clientes pela FTX, Sun respondeu: “não, absolutamente não” e disse que foi informado de que os fundos dos clientes eram mantidos em uma conta separada que não incluía os fundos proprietários da própria FTX, e ele estava não sabia que a Parque estava recebendo depósitos de clientes FTX.

“Em todas as minhas conversas com Sam, sempre foi dito que os ativos dos clientes eram “salvaguardados, segregados e protegidos”, disse Sun.

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Durante o prova da Sun, os promotores destacaram os termos de serviço, que não permitiam que a exchange tocasse nos fundos dos clientes. (Sun testemunhou que havia trabalhado nos TOS, mas que já estava praticamente concluído quando ele ingressou.) Uma disposição afirmava que “nenhum dos ativos digitais em suas contas é propriedade, deve ou pode ser emprestado à negociação da FTX”. ; havia outro que dizia que os clientes “controlam os ativos digitais mantidos em sua conta”.

Bankman-Fried usava um terno cinza que se amontoava nos ombros e no pescoço enquanto ele se sentava. Ele passava a maior segmento do dia digitando em seu laptop ou passando anotações para sua equipe jurídica. Seus pais sentaram-se no mesmo banco que ocupam desde o início do julgamento.

Quando os termos de serviço foram trazidos à tona, a mãe de Bankman-Fried, Barbara Fried, olhou para o teto, fez anotações, olhou para o monitor e depois para o rebento em rotação. Ela também colocou a cabeça entre as mãos e pressionou o polegar na têmpora, esfregou os olhos algumas vezes e olhou para Bankman-Fried durante o prova da promotoria.

Sun soube que a Parque não estava isenta de liquidação automática, o que permitiu que a trading se tornasse “infinitamente negativa” na plataforma da FTX em agosto ou setembro de 2022. “Fiquei chocado… [it] foi contra tudo o que dissemos aos reguladores e usuários.” Ele acrescentou que foi informado de que a isenção de liquidação da Parque nunca havia sido acionada – o que outras testemunhas, porquê o cofundador da FTX, Gary Wang, testemunharam porquê não sendo verdade. Independentemente disso, Sun pediu que fosse removido e foi informado de que Bankman-Fried e Nishad Singh, patrão de engenharia da FTX, disseram “não”.

Em vez disso, Sun testemunhou que conseguiu que as partes relacionadas concordassem que seria esclarecido aos utilizadores e reguladores que os privilégios da Parque seriam alterados para mecanismos de liquidez retardada. Foi validado pela equipe jurídica da FTX, mas nunca passou pelo lado mercantil no momento do colapso da FTX em novembro, disse Sun.

Durante o interrogatório, Sun disse que pensou em renunciar devido à situação, mas na idade não sabia que era o mesmo mecanismo que a Parque usava para receber fundos da FTX.

Documentando empréstimos

Durante o tempo de Sun na FTX, ele também foi responsável por documentar empréstimos para a FTX. Ele documentou mais de 30 empréstimos em que a Parque emprestou numerário a Bankman-Fried, Wang e Singh. Ele testemunhou que achava que a Parque faria empréstimos pessoais aos três indivíduos e injetaria fundos na FTX para capital. “Eu não tinha teoria de que os fundos dos clientes estavam sendo usados”, disse Sun.

A Sun criou uma planilha que monitorava os mais de 30 empréstimos feitos a Bankman-Fried, Wang e Singh; os empréstimos totalizaram mais de US$ 2,17 bilhões. “Se eles não estivessem na minha planilha, eu não tinha conhecimento deles”, disse Sun.

Sun também recebeu um empréstimo pessoal de US$ 2,3 milhões porquê segmento de um “programa de incentivo à gestão” para que ele se mudasse de Hong Kong para as Bahamas, logo posteriormente ingressar na empresa. Ele também recebeu um bônus de US$ 3,5 milhões em janeiro de 2022, muro de cinco meses posteriormente ingressar na FTX.

Novembro conversa com Apollo

Em 7 de novembro de 2022, quatro dias antes do pedido de falência da FTX, a Sun juntou-se a uma relação com a Apollo Global Management, Ramnik Arora da FTX Ventures e outros na tentativa de levantar capital da empresa e “ajudar a resolver o problema de liquidez que a FTX tinha para retiradas de clientes.”

Depois uma relação inicial, a Apollo solicitou as demonstrações financeiras da FTX e a Sun e partes relacionadas as compartilharam. “Fiquei chocado porque mostrou que a FTX estava vendida em US$ 7 bilhões.”

Sun disse que fez perguntas sobre porquê foi calculado – ele disse que a planilha era confusa – e “não obteve respostas diretas”, mas exclusivamente “respostas vagas” de Singh e Bankman-Fried. Olhando para trás, naquele momento, Sun lembra que Bankman-Fried estava lá “digitando” em seu laptop, mal falando. Enquanto Singh era “pálido e cinza” e parecia sua “psique [was] arrancado dele”, disse Sun.

Depois de compartilhar os números com a Apollo, Bankman-Fried disse à Sun que a empresa pediu uma justificativa legítimo para a falta de fundos e supostamente pediu à Sun que apresentasse uma. Sun propôs três “argumentos teóricos”, mas “não houve justificativas legais para a falta de fundos”.

Sun testemunhou que naquela noite saiu para passear com Bankman-Fried em torno de um apartamento no resort de luxo The Albany, onde moravam muitos funcionários da FTX. Durante essa conversa, Sun disse a Bankman-Fried que nenhum dos argumentos teóricos justificaria o desaparecimento dos fundos da FTX; Sun testemunhou que a SBF respondeu “sim, sim” e “entendi”.

Durante uma conversa com Singh mais tarde naquela noite, Sun disse que o ex-engenheiro revelou a ele que o método “sem liquidação” da Parque era a forma porquê a empresa retirava bilhões de dólares em depósitos de clientes.

Sun pediu deposição da empresa no dia seguinte.

Pablo Oliveira
Pablo Oliveirahttp://pcextreme.com.br
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